São Roque de Minas tem um caso suspeito de sarampo

São Roque de Minas tem um caso suspeito de sarampo

São Roque de Minas tem um dos 18 casos suspeitos de sarampo registrados em Minas Gerais. De acordo com o último boletim epidemiológico da doença divulgado pela Secretaria de Saúde de Minas, eram 439 casos suspeitos notificados e, destes, 348 foram descartados laboratorialmente e 91 ainda se encontram em processo de investigação, aguardando pesquisa das amostras pela Fundação Ezequiel Dias (Funed).
Das análises realizadas, até o momento, 18 casos suspeitos apresentam amostras soropositivas/reagentes ou inconclusivas para anticorpos lgM em primeira coleta oportuna, pertencentes aos seguintes municípios: Belo Horizonte (três casos), Caratinga (um caso), Carmo da Mata (um caso), Conceição das Pedras (dois casos), Itanhandu (um caso), Jequitinhonha (um caso), Juiz de Fora (um caso), Santa Helena de Minas (um caso), Santa Juliana (um caso) e São Roque de Minas (um caso).
No último dia 21, foi registrado um caso suspeito de sarampo, de um paciente residente na cidade de Betim e que está internado em um hospital particular de Belo Horizonte. Trata-se de um italiano, de 29 anos, que veio para o Brasil há cerca de 15 dias. O paciente não soube informar se já foi vacinado contra o sarampo e nem relatou se teve a doença na infância.
Ações de controle e bloqueio vacinal, que são independentes de todas as confirmações laboratoriais, foram iniciadas imediatamente após a notificação do caso. Algumas medidas foram tomadas para impedir a transmissão da doença: bloqueio vacinal no ambiente hospitalar; bloqueio vacinal na residência em Betim, bloqueio vacinal na empresa em que o homem trabalha.
Os últimos casos autóctones confirmados de sarampo no Estado ocorreram em 1999 (nove casos). No ano de 2013, foram confirmados dois casos de sarampo de residentes do Estado, ambos importados (contágio ocorrido na Flórida, nos EUA).
A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais reforça a importância da vacinação para evitar o sarampo. A maior preocupação é com os adultos acima de 30 anos, uma vez que a cobertura vacinal entre esse público está abaixo da esperada.

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